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domingo, 24 de abril de 2016

Os quatro acordos - Raul Teixeira

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

abuelitapeligrosa: VIAGRA FEMININO

abuelitapeligrosa: VIAGRA FEMININO: VIAGRA FEMININO O preâmbulo, através de um post que pesquei no FB de minha querida Sheyla Azevedo, é para explicar que li na úl...

VIAGRA FEMININO

VIAGRA FEMININO




O preâmbulo, através de um post que pesquei no FB de minha querida Sheyla Azevedo, é para explicar que li na última Veja uma reportagem esclarecedora sobre o viagra feminino.
A ninguém interessa que revistas leio, mas antes que me tachem disso e daquilo... Aliás, nem ando lendo mais coisas tipo CADERNOS DO TERCEIRO MUNDO. Muito desapontada com a política.
Voltemos à vaca fria. Segundo o artigo de Veja, é aquilo que aprendi não sei com quem:
HOMEM FAZ SEXO. MULHER FAZ AMOR. 
Cada caso é um caso e é complicado para a mulher decidir-se pelo viagra feminina porque com elas tudo funciona muito diferente.
Há aquelas que não atingem o orgasmo por razões as mais variadas; para outras, viagra feminino nenhum resolveria etc. etc. etc. 
E há Dona Cândida Raposo, personagem de Clarice Lispector no conto Ruído de Passos, de 1974. Dona Cândida procurou o ginecologista porque sofria de "vertigem de viver".
As articulistas de Veja encerram seu texto assim:

- Quando é que passa?
- Passa o quê, minha senhora?
- A coisa.
- Que coisa?
- A coisa, repetiu. O desejo de prazer, disse enfim.
- Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca.
Olhou-o espantada.
- Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
-  Não importa, minha senhora. É até morrer
- Mas isso é o inferno!
- É a vida, senhora Raposo.

Sobre Clarice e Machado, haveria uma enciclopédia sem fim a escrever porque ninguém como eles entendiam de alma feminina na Literatura Brasileira.
Que pena que sou preguiçosa e não escrevo sobre isso.
E viva Dona Cândida Raposo! O problema é as donas cândidas de hoje encontrarem parceiro,  a menos que contratem um garoto de aluguel. Mas isso é outra história que contarei outro dia.

E para não fugir à futilidade que sempre permeia o abuelitapeligrosa...














Até mais! A caravana passa e eles continuam fora da cadeia. Espero que da próxima vez que eu vier ao abuelitapeligrosa parir minhas habituais abobrinhas, que eles já estejam no xilindró... pelo menos mais alguns deles.

PS: E que o google não poste receitas de abóbora no meu blog. Quero sapatos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014