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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

VIAGRA FEMININO

VIAGRA FEMININO




O preâmbulo, através de um post que pesquei no FB de minha querida Sheyla Azevedo, é para explicar que li na última Veja uma reportagem esclarecedora sobre o viagra feminino.
A ninguém interessa que revistas leio, mas antes que me tachem disso e daquilo... Aliás, nem ando lendo mais coisas tipo CADERNOS DO TERCEIRO MUNDO. Muito desapontada com a política.
Voltemos à vaca fria. Segundo o artigo de Veja, é aquilo que aprendi não sei com quem:
HOMEM FAZ SEXO. MULHER FAZ AMOR. 
Cada caso é um caso e é complicado para a mulher decidir-se pelo viagra feminina porque com elas tudo funciona muito diferente.
Há aquelas que não atingem o orgasmo por razões as mais variadas; para outras, viagra feminino nenhum resolveria etc. etc. etc. 
E há Dona Cândida Raposo, personagem de Clarice Lispector no conto Ruído de Passos, de 1974. Dona Cândida procurou o ginecologista porque sofria de "vertigem de viver".
As articulistas de Veja encerram seu texto assim:

- Quando é que passa?
- Passa o quê, minha senhora?
- A coisa.
- Que coisa?
- A coisa, repetiu. O desejo de prazer, disse enfim.
- Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca.
Olhou-o espantada.
- Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
-  Não importa, minha senhora. É até morrer
- Mas isso é o inferno!
- É a vida, senhora Raposo.

Sobre Clarice e Machado, haveria uma enciclopédia sem fim a escrever porque ninguém como eles entendiam de alma feminina na Literatura Brasileira.
Que pena que sou preguiçosa e não escrevo sobre isso.
E viva Dona Cândida Raposo! O problema é as donas cândidas de hoje encontrarem parceiro,  a menos que contratem um garoto de aluguel. Mas isso é outra história que contarei outro dia.

E para não fugir à futilidade que sempre permeia o abuelitapeligrosa...














Até mais! A caravana passa e eles continuam fora da cadeia. Espero que da próxima vez que eu vier ao abuelitapeligrosa parir minhas habituais abobrinhas, que eles já estejam no xilindró... pelo menos mais alguns deles.

PS: E que o google não poste receitas de abóbora no meu blog. Quero sapatos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

abuelitapeligrosa: CHISMES

abuelitapeligrosa: CHISMES: QUE PASA,?! Una llamada telefónica de desconocido. Digo "hola" y cortan. Otra llamada, digo "hola" y cortan. ...

abuelitapeligrosa: abuelitapeligrosa: RELAÇÃO ABERTA (?!)Estamos namo...

abuelitapeligrosa: abuelitapeligrosa: RELAÇÃO ABERTA (?!)Estamos namo...: abuelitapeligrosa: RELAÇÃO ABERTA (?!) Estamos namorando. Literalmen... : RELAÇÃO ABERTA (?!) Estamos namorando. Literalmente, n-a-m-o...

CHISMES


QUE PASA,?!

Una llamada telefónica de desconocido. Digo "hola" y cortan.
Otra llamada, digo "hola" y cortan.

Y siguen varias SMS.

20:16
- Sos Cocolo?

20:18
- Contesta, lindo!

23:17
- Hola, lindo! Ya que no me contestas, te queria decir que yo era amiga de tu mujer y que la turra se lo garchó a mi marido y por eso te quiero decir que te hace. Te gorea con Pablo, el cuñado de Yoni, hasta en tu casa. Cojen cuando no estás. Y anda hasta con los que robaron tu casa, todos. El Renzo, el Luna, el Rodrigo del Gol blanco, el Matia, amigo de Yoni, de la Almagro y Corrientes.

23:22
- Y todo lo que ella dice de vos es que no te lo presta y si lo hace, le das asco. Que está con vos por techo y plata. Y esas gatas de la Cintia y la enana Vicki le hacen la gamba y se enfiestan a ful en tu casa. La Cuchi se chupa hasta con dos juntos, se acuesta y se lo cojió a mi novio, la culiada. Y está siempre com Pablo cuando vos no estás. Y se quiere ir con él, la culiada.

QUE LIO!


domingo, 22 de junho de 2014

abuelitapeligrosa: RELAÇÃO ABERTA (?!)Estamos namorando. Literalmen...

abuelitapeligrosa:
RELAÇÃO ABERTA (?!)
Estamos namorando. Literalmen...
: RELAÇÃO ABERTA (?!) Estamos namorando. Literalmente, n-a-m-o-r-a-n-d-o! Temos vinte anos de diferença - às avessas: ele, 57, eu ...

RELAÇÃO ABERTA (?!)

Estamos namorando. Literalmente, n-a-m-o-r-a-n-d-o!

Temos vinte anos de diferença - às avessas: ele, 57, eu 37.
Nessas circunstâncias de "às avessas", Dr. Alzheimer nos persegue o tempo todo.
Passamos grande parte do tempo procurando coisas que esquecemos num canto qualquer: o jornal de ontem, os óculos, as chaves, as respectivas bengalas, se acabamos de sair - ou de entrar - na banheira, meu sutiã que esqueci na casa dele e que estaria dentro de uma valise com a qual ele iria viajar. Isso nos valeu várias mensagens pelo celular:
- Onde está que não encontro?
- Procura no teu quarto.Olha dentro da mala que está em cima da cômoda.
- Encontrei! Estava atrás da cômoda. Vou pendurá-lo na porta da rua como troféu. Nossa noite de amor ontem - (/?) será que foi quinta-feira passada?) estava bárbara.
- Não faça isso! Não quero que saibam que moramos em casas separadas.
- Que importa, amor? Nossa relação é aberta mesmo...
- "Que importa, amor?" Relação aberta? Não me falaste nada sobre isso.
- Bem... eu não disse, mas pensei. Sou sincero. Não pretendo deixar de ver aquela uvinha - (ele fala "uvinha! eca!) - de 25 que me visita aos sábados.

(Ele, pensando: "Ou seria às segundas-feiras, quando aquele docinho vem me fazer massagens, e algo mais, para a artrose, artrite, hérnia lombar e cervical, dores generalizadas que sinto o tempo inteiro, labirintite, tontura, náusea, rinite, sinusite, alergia a tudo... Não lembro o dia!... Devo verificar minha agenda com urgência para não haver confusão.")

- Relação aberta? @#*§ cobras & lagartos... Por essa eu não esperava! Não saberia dizer se estou preparada para isso.

(Ela pensando: "Se é assim, vou reaquecer a relação com aquele cinquentão que me persegue numa rede social, vou procurar meu vizinho, vou tomar café no shopping com o bonitão do facebook pra ver se rola alguma coisa. Pensando bem, vou contratar um garoto de programa. Há horas que não assisto a uma uma ereção completa, com preservativo e tudo a que tenho direito. TÔ PAGANDO!" Pensando bem, não gosto daquele ruído horroroso que a prótese dentaria dele faz quando fazemos amor.")

- Amor! de que é mesmo que estávamos falando? Ah... de uma relação complicada.
- Não... de relação... como é mesmo o nome?. Quando eu lembrar, passo uma mensagem. Bye, bye, Lindona. Te amo muito, Catarina.

Não me chamo Catarina e esse velho filho de uma grande senhora - que já deve ter virado pó - é um tremendo mulherengo. 
Pensando bem - no que é que eu estava pensando? ah... bonitão, cafezinho... shopping... Já que a relação é aberta, tô saindo para aquele cafezinho no shopping.




Há um montão deles me espreitando nas redes sociais.Estou aceitando relação aberta.

Abuelita centopeia  enverga, mas não cai.